Implante Capilar: Pós-Operatório

Transplante capilar: pós-operatório

É importante enfatizar que existe um porcentual de perda de 2 a 10% dos fios que nascerem. Essa margem depende de determinados fatores, como o tabagismo e realização ou não de todas as orientações médicas. Aqueles que, de fato, nascerem, não sofrerão queda no futuro.

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Existem algumas cascas que eventualmente podem se formar nas mudas de cabelo que se tornem secas, porém, elas desaparecem por volta do 15º dia após a cirurgia, aproximadamente no mesmo período em que se deve retirar os pontos da cirurgia, que por sua vez são feitos apenas na área doadora, parte da qual o cirurgião remove os cabelos a serem transplantados. Na região em que as mudas são introduzidas, não existem pontos, mas sim somente pequenas perfurações.

Em quanto tempo posso voltar às minhas atividades usuais?

Logo após a cirurgia, o curativo é retirado e os cabelos do paciente são lavados, e normalmente 48 horas após a cirurgia o paciente já estará liberado para retomar, de forma moderada, suas atividades usuais, enquanto que tarefas que exijam maior esforço físico geralmente são liberadas a partir de cinco dias após a cirurgia. É necessário ter alguns cuidados. Até o 5º, ou 7º, dia, o paciente deverá evitar contato com o sol, dormir com a cabeça baixa, e não realizar atividades mais intensas, como esportes e similares. A partir do 7º dia, o paciente é liberado para efetuar quase todas as tarefas às quais está acostumado.

Quanto tempo demora para o cabelo implantado crescer?

Quanto ao cabelo, ele começará a nascer cerca de três a quatro meses após a cirurgia. Isso porque o transplante consiste na introdução da raiz, e não do cabelo já longo. Existem técnicas que implantam fios já desenvolvidos, mas mesmo assim, antes de nascerem em definitivo, num primeiro momento, eles irão cair um dado tempo após a cirurgia. Geralmente, leva-se 8 meses para se atingir resultados parciais, e 12 meses para se ter um resultado final do implante capilar.

Tabagismo

Em se tratando de calvície, o hábito de fumar deve ser revisto, principalmente no período correspondente ao pós-operatório do transplante capilar. Isso porque, ao fumar o cigarro, os vasos sanguíneos diminuem seu calibre, e é o sangue que transporta nutrientes para todas as células do corpo humano. Assim, quando a corrente sanguínea não chega adequadamente ao músculo do coração, poderá ocorrer o que é chamado de infarto.

Desse modo, no pós-cirúrgico, os enxertos de cabelo necessitarão ser nutridos por meio do contato com o sangue para aflorarem. O fumante possui um aporte sanguíneo menor, o que por sua vez acarreta uma concentração de nutrientes inferior, podendo gerar uma colagem insatisfatória após o implante dos fios. Já a hipótese de que, fora do período de cirurgia, um indivíduo que fume possa ter uma queda de cabelo mais acentuada por conta de um volume inferior de sangue é questionável, uma vez que não existe evidência científica que comprove essa tese, embora existam indícios.

Química no cabelo

Algumas tinturas podem causar agressão ao cabelo, razão pela qual os médicos não costumam indicar o seu uso no período correspondente ao pós-operatório. A recomendação se torna ainda mais enfática para as mulheres ou pacientes que tenham um cabelo muito delgado, inclusive aqueles pertencentes à área doadora.

Não existem produtos que sejam contraindicados para evitar a queda capilar. Entretanto, mulheres que possuem uma área calva, cabelo muito fino, e que pintem constantemente o cabelo, são orientadas a interromper a continuidade deste procedimento, recomendação comum àquelas que se submetem ao transplante ou às terapias medicamentosas.

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